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terça-feira, 30 de outubro de 2012

MEU PÉ DE MARACUJÁ OU COMO FAZER MUDAS DE MARACUJAZEIRO

Pé de maracujá: como cultivarUma chácara. Um município: Ibiúna, no Estado de São Paulo.

Ela preparava uma muda de maracujazeiro: cortou as duas pontas de uma forte haste, de aproximadamente cinquenta centímetros. Retirava as folhas (com exceção daquelas que ficam...
na ponta), quando foi interrompida:

- Não é assim que se planta maracujá.

- Vou tentar. Quem sabe?

- Não adianta. Só dá de semente.

- Não custa nada. A muda já está aqui.

- Maracujá não vinga. Só se plantar da semente.

O caseiro insistiu. Tanto fez que, a certa altura, recebe:

- A terra é minha, a muda é minha, a planta é minha, o tempo é meu. Se pegar, pegou. Se não pegar, não tem problema. Vou plantar assim mesmo.

A última palavra seria a dele:

- Eu avisei.

Após alguns poucos meses teria início a primeira de tantas safras de um pé gigantesco, plantado onde antes fora a baia dos cavalos. Emaranhado com o que se replantava, contorcendo-se, amontoando-se, multiplicando-se com o produto dos frutos apodrecidos, grandes, em todas as tonalidades entre o amarelo canário e o dourado, passando pelo encarnado e matizes de marrons, rugosos e lisos, sempre de sabor ácido e polpa abundante, quando maduros. Assenhoreou-se da circunvizinhança e os tantos frutos produzidos, impossíveis de se consumir, dada a copiosidade com que se multiplicavam, abandonavam-se esparramados, amontoados, prestavam-se a folguedos de adultos e crianças.

O tempo passou.

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Uma casa de praia com um grande terreno. Outro município: Itanhaém, também no Estado de São Paulo.

Agora dois ramos do mesmo fruto: um da espécie doce, grande, liso e ovalado, para florir arroxeando intensamente o verde que lhe servirá de moldura e outro da mesma qualidade do anteriormente plantado.

O vizinho, cuidador de jardins, observa:

- O que vai fazer com isso?

- Plantar.

- Não dá certo. Só de semente.

As antigas palavras ressurgem em eco de memória: “A terra é minha, a muda é minha, ...”

Não responde. Depois de um mês apresenta ao “entendido” uma das plantas, que crescera mais de um palmo. Outro tanto e foi preciso amparar a muda afoita em um cabo de vassoura, de pronto tomado.

A outra mudinha também vai bem, obrigada.



Os pés de maracujá são trepadeiras vigorosas dotadas de gavinhas, de crescimento contínuo, que podem ser trabalhadas em arcos, para pergolados, pois tornam-se imensos, produzindo, além dos frutos característicos e das deslumbrantes flores, sombra em abundância.

Flor de maracujá, flor de nossa senhora, flor da paixãoNativo das zonas tropicais e subtropicais da América é produzido com fins comerciais, em especial no Peru, Venezuela, África do Sul, Sri Lanka, Austrália, Caribe, Flórida e, naturalmente, no Brasil, o maior produtor mundial e consumidor do fruto.

Após quatro ou cinco meses começa a produzir as primeiras flores, se plantado a partir da semente: jóias exóticas, exuberantes e de extraordinária beleza, são conhecidas como Paixão de Cristo ou Flor da Paixão.  A simbologia fundamenta-se nos três estigmas, que corresponderiam aos três cravos que prenderam Cristo na cruz; as cinco anteras, às cinco chagas; as gavinhas, aos açoites e finalmente o seu formato, que lembraria a coroa de espinhos. A cor roxa é também associado aos rituais cristãos praticados durante a Semana Santa.

O termo maracujá tem origem no tupi: “mara kuya”, significando "alimento dentro da cuia" ou alimento na cuia. Uma última curiosidade: a flor do maracujá somente é polinizada pelo inseto conhecido como mamangaba.

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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