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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SITUAÇÕES ABSURDAS: COMPROU UM TABLET E LEVOU DOR DE CABEÇA. ATÉ AGORA.

Então a moça comprou um tablet na grande loja de varejo, superconhecida. De quebra, por insistência do vendedor, contratou o seguro de garantia estendida.


Vendedor lançava nota fiscal paulista em seu nome
        Quase dois anos depois, ainda dentro da garantia, o produto não funcionava mais. 
          Tudo bem, ela contatou a seguradora, informou seu número de CPF e...

          ... disseram que não havia contrato nenhum assinado por ela. Como assim?
          Foi à loja, reclamar, é claro. O gerente, muito solícito, disse que o contrato existia, sim, mas estava no nome de um dos empregados.
          Para bom entendedor, meia palavra basta e, para quem chegou até aqui aposto que, se chutar, acerta: o tal empregado fez todas as vendas que passaram por suas mãos em seu nome, para levantar créditos com a nota fiscal paulista. Vamos que o sujeito é um... deixa pra lá. 
          Ele não apenas arriscou o emprego, mas o jogou fora: era certo que mais dia, menos dia, seria descoberto e estaria desempregado. Foi descoberto e ficou desempregado, após as primeiras reclamações de clientes. Por tão pouco.


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          O gerente, ainda solícito, prontamente apresentou uma solução pacificadora e muito conveniente para ele, é claro: a compradora deveria enviar o produto para a assistência técnica indicada pela garantia. Deveria também procurar o empregado, porque enviariam o produto para a casa dele, quando reparado.
          Em outras palavras: ela deveria procurar o sujeito que a enganou, enganou o empregador e a todos que compraram produtos e confiar nele, coisa que nem o empregador - com razão - se permitia. 
          Diante da situação absurda, a cliente ajuizou uma ação no Juizado Especial Cível (o Juizado de Pequenas Causas).
          Alguns meses depois a loja foi condenada a restituir o desembolsado pelo tablet e a pagar indenização no valor de R$ 5.000,00. Recorreu. Vamos ver no que dá.

O processo existe, sim: 1002722-12.2016.8.26.0266 TJSP


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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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