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quinta-feira, 27 de junho de 2013

ADVOGADO X ADVOGADO: AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO

O público que frequenta o Juizado Especial é heterogêneo: pais de desembargadores e empregadas domésticas, enfermeiras, empresários e contadores, mecânicos, operários, costureiras, professores, engenheiros, artesãos e músicos, escultores, cantores, artistas, balconistas. Muito...
ricos, muito pobres, remediados. Favela, ruas simples, vias elegantes. Tem de tudo. E, naturalmente, advogados, sejam partes em um processo ou assistindo seus clientes.
Muitas vezes, as partes estão acompanhadas de advogados. Quando bons profissionais, instruem seus clientes, de maneira que não fiquem ansiosos, pois a decisão na primeira instância - a proferida na Audiência de Conciliação, Instrução e Julgamento - pode não ser definitiva. A outra parte pode recorrer, prolongando o tempo para uma resposta do Judiciário. Também a fase de execução pode não ser tão simples.
Bem, introduzido o assunto, chego onde quero: hoje tivemos uma audiência em que todos se comportaram como lordes: a casal de autores, sua advogada, a preposta e o advogado do réu.
Chamadas as partes, estavam já os patronos confabulando, em bons termos. 
Instalada a audiência, tudo correu tranquilamente. Ao final, os autores tiveram seu pedido apreciado e atendido.
A advogada, sempre calma e educada, como todos à mesa, pergunta ao outro causídico quando depositariam o valor da condenação. Este responde, também simpática e naturalmente, que vai recorrer. 
"Oh! Claro, doutor! É um direito seu", retribui, com um sorriso.
O mundo, às vezes, é cor de rosa.

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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