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domingo, 5 de janeiro de 2014

DE ADOÇÃO E DE ADOTANTES. DE BEBÊS, FILHOTES E DE AMOR

Em férias na Ilha Grande, conhece um simpático labrador. Brincam, correm, nadam. Ninguém reclama o animal.
O tempo passa e é preciso decidir: "Levo-o ou não comigo?"
Decide-se pela sorte e pelo arbítrio do cão - que, ora...
essa, poderia escolher seu dono.
Ao entrar no barco, o labrador salta para acompanhá-lo. 
Vivem bem, na companhia um do outro, até hoje. Bons amigos.

Ao adotar uma criança, brasileiros preferem bebês, brancos e meninas; ao adotar um cão, um filhote. 

Esquecem-se que tanto a criança como o animal crescerão. 
Uma criança pouco mais velha, de seus cinco ou seis anos, pode ser cativante pelo olhar, o gestual, a demonstração de carinho, a vivacidade. O bebê, enquanto bebê, é apenas uma carinha de joelho, como qualquer outro.
Animais podem crescer além do imaginado,  dão trabalho para adestrar, perdem o encanto de filhotes.
Estou comparando crianças com animais?
Não. Estou comparando adotantes, que procuram um brinquedo simpático, não um  ser humano ou um cão por quem se apaixonar. E não há como se apaixonar senão pelo olhar. Trocado, partilhado, cúmplice.
É por esse motivo que conheço tanta gente adotando cães e gatos vira-latas, adultos. Que já tiveram uma vida feliz, seguida de um período de abandono e infelicidade. Que têm uma capacidade muito maior para ser gratos, amigos.
Por esse motivo estrangeiros que adotam crianças brasileiras não se importam se estas são, já, adolescentes e, mesmo, doentes. Porque procuram compartilhar o afeto, o sorriso. A unidade da alma.

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Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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