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quinta-feira, 24 de abril de 2014

A VELHINHA É UM PERIGO!

Senhora lúcida, que quebra os carros dos condôminos
A mulher, de setenta anos, administrava sete imóveis: cobrança de aluguéis, contratos, reformas. Morava sozinha, fazia compras, ia ao médico, dirigia. Pagava ainda dois cuidadores, a contragosto.
Um dia, porque quis vender um de tais imóveis, sua filha resolveu interditá-la.
O juiz, na entrevista, percebe que a senhora é lúcida, muito lúcida. Até que alguns deslizes são cometidos. Um deles: o motivo da venda é o vizinho, que a paquerava, fazendo sinais de sua janela. Está certo: há idosas muito charmosas. Quem sabe?
Também subiam à laje e batiam no piso - seu teto -, para incomodá-la. 
Isso não seria motivo de interdição, por mais difícil que fosse o...
relacionamento da interditanda com condôminos e familiares: o ex-marido e seus filhos não a visitavam.
Coube à perícia a função de aferir o estado de saúde mental da ré. O perito, extremamente capaz, concluiu que a senhorinha sofria de uma síndrome e que deveria ser interditada, por total incapacidade de reger os atos da vida civil.
Soube-se que ela jogou objetos da janela de seu apartamento e que tinha comportamento antissocial. Seria para tanto?
Com a interdição a filha, nomeada curadora, para tudo passou a ser requisitada.
Tempos depois, a filha procurou novamente o Judiciário, para que fosse nomeado curador dativo. Não suportou o ônus da curatela.
A senhora, antes, de tudo cuidava, admiravelmente. Impedida de assinar, continuou na administração dos imóveis e de sua vida. Não mais podia dirigir, pois segundo o perito representava enorme perigo às demais pessoas.
A filha não tinha qualquer interesse nos imóveis: bem sucedidos, os filhos visavam somente a manutenção da mãe. Era ela, apesar das dificuldades de relacionamento, capaz de suprir o próprio sustento. A interdição deveria se ater, apenas, à venda dos imóveis. 
Agora há um impasse e tanto não é fácil a nomeação de curador dativo quanto é difícil se exonerar do ônus da curatela.
Incapacidade parcial? E o "perigo potencial"?

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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