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sábado, 1 de dezembro de 2007

Não se tome a parte pelo todo

Costuma-se tomar a parte pelo todo.

Como se o veiculado no noticiário pudesse representar a unanimidade. Mas não é assim.

Notícia boa não vende jornal.

Há atos recrimináveis praticados em todos os setores da sociedade.

Os policiais pertencem a uma organização, submetida à rígida disciplina.

Ganham pouco, o que os coloca entre a classe dominada.

Moram lado a lado.

É raríssimo filha de classe média matar seus pais, pela herança.

Quando acontece, o caso repercute na memória das pessoas, por anos a fio.

Pagará ela além do que o que cometeu o mesmo crime, na favela: com a sua imagem.

A polícia paga, com a sua imagem, pelos atos divulgados na mídia, praticados por alguns de seus elementos.

O fato de um caso ser divulgado na imprensa não tem o sentido de regra, mas de exceção, caso contrário, não teria notoriedade.

Não vai a público o regular, o normal, mas aquilo que foge ao padrão aceitável.

Não vai a público a briga de comadre.

Não vai a público o sujeito pobre que baleou o colega de bar.

Não vão a público as misérias da vida cotidiana.

Se os parlamentares do Japão se pegarem de tapa, será notícia no mundo inteiro.

Se um chefe de Estado cometer uma gafe, no dia seguinte, estará estampada em todos os jornais.

Porque o que é interessante veicular são as exceções de quem está em evidência.

Se o sujeito é pobre, não interessa o que lhe passa, a não ser que ele represente a força, o poder.

Ainda que seja ele apenas uma peça.

Peça defeituosa.

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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