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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

BODAS DE PRATA EM BUENOS AIRES E O CARTÃO DE CRÉDITO: uma história verídica com final feliz

Problemas na viagem
Professor de inglês, casou-se quando a noiva engravidou. Preparativos organizados às pressas, lua de mel em Mongaguá. 
A partir daí, jamais uma viagem sozinhos: sogra, periquito, cachorro e, em especial, os filhos, serviam...
de acompanhantes. Parafraseando Érico Veríssimo, viveram o feijão, abandonaram os sonhos.
Vinte e cinco anos depois, o marido pede à mulher que prepare a mala para passeio de alguns dias à praia. Que levasse, também, um belo vestido, pois iriam ao teatro.
Feitas as malas, a novidade: aeroporto e comemoração das bodas em Buenos Aires. Os shows de tango, amados pela amada, seriam assistidos, ao vivo. Degustação, churrasco e, naturalmente, lojas, pois o clima, na cidade portenha, é diverso daquele vivido no litoral paulista. Os maiôs e saídas de banho descansariam.
É preciso registrar que esta seria a primeira viagem internacional da mulher.
Chegados à Buenos Aires, descobrem que
o cartão de crédito (internacional, adquirido antecipada e especialmente pelo marido para a viagem) funcionou quando e onde quis (ou quiseram). Culpa da instituição financeira, que não advertiu o novo credenciado ou - concomitantemente - da dona Cristina Kirchner, não importa: se os chips não funcionaram, foi o adeus aos tangos, aos comes e bebes e às compras de agrados para a família. Boas intenções, infelizmente, não servem a mesa. 
Durante a viagem, reclama o infeliz namorado ao banco e à administradora do cartão, sem resultados. Na volta ao Brasil, não obteve melhor resposta. Amargue seu prejuízo!
Ingressa, pois, com uma ação, no Juizado Especial Cível. 
Sua história de amor, lida ou ouvida, comove a todos. Ao final, tem o casal sentença favorável para que recebam R$ 10.000,00.
Se a esperança é a última que morre, não haviam muitas acerca do recebimento da indenização. Quase certo é que o réu recorreria. 
Esta semana, porém, uma grata surpresa: o valor da condenação foi depositado, integralmente e sem discussão.
O casal terá, afinal, sua lua de mel, vinte e cinco anos depois, com direito a show de tango, churrasco e compras, no melhor estilo. Ou em Nova Iorque, por que não?
Aplaudo! Uma história com final feliz.

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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