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segunda-feira, 11 de junho de 2012

LINEA OU PRISMA?



Foram à ótica. O marido ficou no carro, dado que não havia vaga disponível para estacionar. Na volta, a mulher atravessa a rua e tenta abrir a porta do passageiro. Não abre.
Tenta novamente. O marido não abre.
Bate no vidro: “Caramba!”. Então, escuta uma buzina: o marido, com meio corpo para fora, pela janela, acenava no carro estacionado logo atrás.
Ele: “Não sei como você foi confundir um Linea com um Prisma.”
Ela: “É tudo sedan. Prata. À noite, de perfil, mal olhando, não dá para diferenciar.”
Ele: “Não é possível! Confundir um Linea com um Prisma! Absolute! Se eu contar, ninguém acredita!”
Em casa, contam o ocorrido para a filha.
A filha: “Ainda se fosse o Prisma com um Vectra... Bem, eu me lembro de uma vez em que passei por situação pior: estava no metrô, com o Henrique. Lendo, conversando, tomo do braço dele e pergunto: ‘Né, Henrique?’”
Continua: “O Henrique não responde. Olho para o outro lado e lá estava ele. Levanto os olhos e vejo que o rapaz a quem dava o braço era um japonês alto. Solto, devagar e devagar vou me distanciando: ‘Er, desculpe!’ Isso é porque o Henrique tem a mania de mudar de lado”.

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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