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quarta-feira, 13 de junho de 2012

MARINHEIRA DE PRIMEIRA VIAGEM: PARTO DA PALOMA - NO CAMPO

Como ajudar parto de éguaCerta vez, tive uma égua chamada Paloma.  Prenha, prestes a dar à luz a um potrinho, Paloma deita-se no chão de terra. Nós esperamos.
Saímos, voltamos. Nada acontecera.
Preocupados, perguntamos ao caseiro se...
seria possível ajudá-la. Não. Se nos intrometêssemos, ela recusaria o filhote.
Mais tempo se passa, e nada do potro nascer.

Afinal, coloca ele a cabecinha para fora, encoberta pela placenta, e permanece nessa posição. Há um estalo, uma voz que vem do passado, quando minha filha estava para nascer: “Mais força, agora, serão ela morre sufocada!”
Percebo que a marinheira de primeira viagem deitara-se em um terreno em declive, com as pernas para a parte mais alta. A topografia não a ajudaria a expelir o filhote. Até pelo contrário: teria ela que fazer um esforço além do natural, para que ele nascesse.
Peço a minha filha que segure a cabeça da Paloma. Faça carinho e converse com ela. Nega-se, com medo de que a mãe o recuse.
- Faz o que estou mandando!
Com as mãos, puxo o potrinho, que escorrega, com facilidade.
Rasgo a placenta para que o potro respire. Começo a puxar, enrolando como uma corda, aquela pele longa e molhada. Enrolo, enrolo, e não acaba mais. Pronto: estou tirando já as tripas dela. Meu Deus, o que fiz!
De toda forma, já estava feito. Saímos, para deixar mãe e filho à vontade.
Em uma hora estava ele em pé. Meio trôpego, mas em pé.
O que enrolei no braço foi só a placenta mesmo.
O potrinho? Foi cuidado pela mãe, naturalmente.
Essas marinheiras de primeira viagem!

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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