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quarta-feira, 13 de junho de 2012

O RAPAZ DA ESFIHA

fim de namoro: dente sujo
Quando a Renata era adolescente, pelos quatorze anos, teve seu primeiro namoradinho.
Um dia, o garoto a levou ao Habib’s, para comemorar. Comeram esfihas, naturalmente.
Conversa vai, conversa vem, ele deu-lhe...
um anel. Anel de compromisso, entre namorados, como é comum, hoje em dia.
Tudo muito bom, muito bonitinho. Até que ele sorriu: havia “uma esfiha” cobrindo o dente dele.

Visto o sorriso com a “esfiha”, acabou o amor. Ficou marcada a imagem, e ela não podia mais esquecer do sorriso, nem da esfiha, quando olhava para ele. Transformou-se do rapaz bonitinho no rapaz da esfiha.
A história já me foi contada mais de uma vez. Sinal da importância que teve na sua vida.
Daí, que a lição ficou. Para ela e para mim. Talvez não para ele, pobre rapaz, que nunca soube o que fizera de errado, para esfriar um relacionamento tão agradável.
Assim, sempre que como alguma coisa, corro ao espelho verificar se não tenho “uma horta” cobrindo os meus dentes (sou louca por saladas).

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Um abraço!
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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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