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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

NÃO PISE NO PATO!

Foram para o céu
Há algumas semanas, nosso conciliador e amigo, Dr. Erildo, após as audiências que preside às quintas-feiras, encontrou um intervalo para espairecer - a ele e a nós. Nessas ocasiões...
somos agraciados por lembranças de casos engraçados ou alguma piada, escolhida a dedo.
Comentei sobre este espaço e nosso Doutor comprometeu-se a colaborar. Ontem trouxe esta, que abaixo reproduzo.

Três mulheres morrem e vão para o céu. Antes de entrar, encontram São Pedro à porta, as três juntas.

São Pedro apresenta um imperativo: "Vocês podem entrar, mas não devem pisar no pato".
Pato?
Pato.
Claro, elas aceitam. Onde e como imaginar patos no céu?
Pois havia. Em quantidade. Muitos. Milhares. Por toda a parte. Seria impossível não pisar em um deles.
Caramba!
Dessa forma, passados quinze minutos desde a chegada uma das três mulheres pisa em um pato.
Prontamente surge São Pedro, acompanhado do homem mais feio já visto na face da Terra. Acorrenta a mulher àquele ogro e sentencia: "Você viverá o resto de sua existência acorrentada a ele".
As outras, ante o suplício imposto à parceira, tomam cuidado. Muito cuidado.
Entretanto - sempre existe um entretanto, pois não? - uma das duas mulheres pisa em um pato, passados apenas quinze minutos.
São Pedro não falha: apresenta-se na companhia de novo homem, tão horroroso como o primeiro e impinge à incauta mulher a convivência com aquele homem, pelo resto de sua existência: "Este é o seu castigo. Cuide muito bem dele".
A mulher restante, tomada de pavor, daí em diante quase não anda. Ora todo o tempo. Com todas as precauções possíveis sendo tomadas, passam-se os meses e ela vence sua prova sem pisar em nenhum pato.
Assim, surge um dia São Pedro, levando a tiracolo um tipo malhado, belíssimo, um Apolo: "Este homem é para você. Cuide muito bem dele e siga em frente".
A mulher, atônita, admira o físico do novo parceiro e se pergunta: "Deus! O que eu fiz para merecer isto?"
O homem ao seu lado responde: "O que a senhora fez para merecer isto não sei. Eu sei o que eu fiz: pisei num pato".

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches 

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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