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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Prova com a Leonor - COLEGAS, AMIGOS E PROFESSORES

Ontem tivemos a última prova de Processo Penal deste ano. A professora que nos acompanhou foi a Leonor, de Direito de Família.
Ontem tivemos a última prova de Processo Penal deste ano. A professora que nos acompanhou foi a Leonor, de Direito de Família.

Das vezes em que levantei a cabeça e a olhei, sorria.

Ao final, depois da entrega da prova, ela comentou comigo que é interessantíssimo estar lá na frente, enquanto fazemos a prova. Deveriam filmar, porque é muito engraçado.

Eu rio o tempo todo. Disse que, se depender do meu humor, devo ter ido muito bem.
Comentou também de outros colegas. O Márcio, por exemplo, resmunga durante toda a prova. Outros têm os olhos espichados para a prova dos colegas.

As pessoas desligam-se, e agem instintivamente, em atitudes cômicas.

Eu não sabia que ria, durante as provas.

Deve ser muito chato para o colega ao lado, que precisa de pontos, olhar para mim.
“A desgraçada, além de tudo, fica rindo!”

Ocorre que acho engraçado quando, se de três assertivas, sei duas, e na escolha das opções-teste, sobram duas que enquadram as possibilidades permitidas pelas afirmativas.

Penso que posso recorrer a um atalho, mas o professor me pegou, de novo.

Então, tenho que ler novamente, com mais atenção, a última proposição.

Pode não ser engraçado para muitos, talvez a maioria.

Pode até nem ser engraçado.

Poderia pensar que é um azar, porque não pude adivinhar a resposta, como também poderia pensar que o professor foi esperto, antevendo a minha dúvida.

Tudo depende.

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Nada vale um coração tranquilo.

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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